quinta-feira, 18 de abril de 2013

Violência da oposição venezuelana


Após a vitória de Maduro em 14 de Abril nas eleições venezuelanas, houve uma onda de violência pelo país por parte dos descontentes com o resultado, violência que levara sete pessoas à morte e mais de 60 feridos. Foi incendiada a sede do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) em dois Estados.

Alguns opositores motorizados e encapuzados abriram fogo contra partidários do presidente Nicolás Maduro, que estavam comemorando na urbanização La Limão, município Baruta, a sudeste de Caracas. De acordo com testemunhas, em meio a protestos de opositores que pediu a recontagem de todos os votos nas eleições deste domingo, houve um tiroteio no qual falecido era um jovem de 24 anos que trabalhava no departamento de manutenção do Hospital Universitário Maracaibo.

Houveram também ataques aos meios de comunicação públicos, comunidade e Alternativa Bolivariana compreendendo o Sistema de Informação e Comunicação (SiBCI) como Telesur e Venezolana de Television; e contra Centros de Diagnósticos Integrados que fazem parte da Missão Bairro Adentro (Saúde), escritórios do Conselho Nacional Eleitoral e agressões contra jornalistas.

O Ministério Público venezuelano relatou um total de 135 pessoas foram presas nestes atos de violência. O presidente acusou seu opositor, Henrique Capriles, por ter desencadeado esta violência. Capriles deixou claro que não reconhece a legitimidade da vitória de Maduro e exige nova contagem dos votos. Os Estados Unidos também não a reconheceu. Maduro respondeu aos EUA que “Não reconheçam nada, não nos importa seu reconhecimento. Nós decidimos ser livres e vamos ser livres e independentes, com vocês ou sem vocês”.

Durante o dia, o principal canal de televisão do país convocava aos venezuelanos a não reconhecerem as eleições e o “presidente ilegítimo”. Isso tudo faz parte de um plano para desestabilizar o país com objetivo de um novo golpe, tal qual aquele que fracassara em 2002. (A revolução não será televisionada)

Assista a reportagem:


Leiam aqui como se comportou a "imparcial" mídia brasileira diante deste fato: A grande chance de desmascarar a direita midiática brasileira